Hoje pensei bastante sobre tendências. Como o mundo estará daqui a 20 anos?
Fiquei pensando nesse BOOM de comunicação, arte e Informação, e imaginei como as pessoas vão se vestir em 2030, como será a arquitetura, a música, e afins.
Me empolguei demais, e imaginei prédios coloridos misturados à arquitetura antiga.
As pessoas teriam diferentes (e muitos) estilos, como é característico da nova geração aceitar e destacar as diferenças, até lá isso seria algo natural. Elas seriam apaixonadas por informação e a formação de tribos não seria definida por estilos e músicas, já que as individualidades seriam a cereja do bolo.
Vou parar por aqui, porque a partir dessa parte eu contaminei a minha imaginação colocando conceitos meus, e expectativas minhas.
Vale ressaltar que esse "2030" não vale para outras cidades, pautei meu pensamento em São Paulo, pois é a cultura que melhor conheço.
Vai me dizer que você não imaginou a Av. Paulista desse jeito?
PS¹: Mariana é entusiasta com esse tal do BOOM.
PS²: Inspirações (Assistam, hein? São documentários curtos e bons): http://vimeo.com/16430345
http://www.youtube.com/watch?v=ZidBmzFFSyk&feature=player_embedded
PS³: Sei que em um dos vídeos, os jovens já têm esse perfil, mas acredito que nos próximos 20 anos isso será intensificado, e as duas próximas gerações (a partir da nossa) serão apenas uma continuação do processo que se iniciou conosco.
Beijo do Pato :*
terça-feira, 23 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O que vem depois?
A placa está a 100m, ando 100m, e ela continua a 100m. Nunca sei o que vou sentir, ver, ouvir, viver, quando chegar à placa. Nunca chego, mas sempre chego. É insensato dizer isso, eu sei, e você vai ficar ainda mais abismado quando eu disser que você faz o mesmo.
No caminho eu sempre colho coisas, sonhos, sorrisos, lágrimas, abraços, leio alguns livros, tomo alguns cafés... E uma dúvida não sai da minha cabeça, e quando eu chegar à placa? Como vai ser?
E quando eu chego, vejo que é diferente do que eu imaginava, afinal de contas, eu olhava de longe.
Na placa tem escrito FUTURO com cores de mistério, que eu não tinha no meu estojo, e por isso usei azul e laranja.
O que vem depois? A mesma ânsia pela placa, mas com um cenário diferente.
PS: Não sei se fui clara, mas ultimamente tenho me questionado tanto sobre o futuro: Como vai ser daqui há 3 anos? E daqui há 10?
PS²: Eu ponho a tal da placa nas mãos de Deus, e peço pra que Ele me mostre o que é melhor. Meu futuro pertence a Ele.
PS³: A minha testa pintada de "USP" é a minha meta para a chegada à próxima placa.
sábado, 6 de novembro de 2010
Liberdade
- Ela é tão livre que um dia será presa.
- Presa por quê?
- Por excesso de liberdade.
- Mas essa liberdade é inocente?
- É. Até mesmo ingênua.
- Então por que a prisão?
- Porque a liberdade ofende.
Clarice Lispector
PS¹: Quero calar. Só para que você possa ouvir o silêncio que um trecho desses causa na mente.
- Presa por quê?
- Por excesso de liberdade.
- Mas essa liberdade é inocente?
- É. Até mesmo ingênua.
- Então por que a prisão?
- Porque a liberdade ofende.
Clarice Lispector
PS¹: Quero calar. Só para que você possa ouvir o silêncio que um trecho desses causa na mente.
sábado, 30 de outubro de 2010
Metamorfoseando
Meu cabelo serve como linha do tempo (e das fases) da minha adolescência, cortei, pintei, deixei crescer, prendi, fiz franja, prendi franja, repiquei, cortei sozinha, fiz loucuras, simultaneamente e sucessivamente. Eu gosto de experimentar, porque quando tiver com uns 25 já saberei o que fica melhor.
Mudei tanto, e ainda estou mudando, somos todos assim, né? Seres inacabados.
E quando pensamos que somos, não somos mais.
Estava lendo o meu quem sou eu do blog, e muita coisa deixou de ser válida, eu gosto de matemática, aprendi a gostar de make-up, e parei de guardar caixas.
Seria legal se toda semana tivéssemos que escrever um Quem sou eu que ficasse guardado para sempre. Eu riria muito de tempos em tempos.
Quando eu tinha 14 anos e as pessoas diziam: Você mudou tanto!, eu ficava muito brava e dizia: Não mudei, ainda sou a mesma, isso é coisa da sua cabeça. Como se fosse vergonha mudar... É tão bom mudar.
Mude, metamorfoseie, experimente o novo, se assuste, mas mude.
Não necessariamente você precisa se mudar, você pode mudar algo externo, como o caminho, o penteado, a rotina, e aí quando perceber: PLIM! Você vai ter mudado, porque mudanças externas geram mudanças internas.
Ch ch ch change!
PS¹: Demorei, mas postei!
PS²: Em breve, um novo Quem sou eu.
PS³: Quando tinha 14 anos eu fazia parte de uma comunidade que hoje não tem nada a ver comigo: Sou previsível (23182387368213 membros).
Beijo do Pato :*
Mudei tanto, e ainda estou mudando, somos todos assim, né? Seres inacabados.
E quando pensamos que somos, não somos mais.
Estava lendo o meu quem sou eu do blog, e muita coisa deixou de ser válida, eu gosto de matemática, aprendi a gostar de make-up, e parei de guardar caixas.
Seria legal se toda semana tivéssemos que escrever um Quem sou eu que ficasse guardado para sempre. Eu riria muito de tempos em tempos.
Quando eu tinha 14 anos e as pessoas diziam: Você mudou tanto!, eu ficava muito brava e dizia: Não mudei, ainda sou a mesma, isso é coisa da sua cabeça. Como se fosse vergonha mudar... É tão bom mudar.
Mude, metamorfoseie, experimente o novo, se assuste, mas mude.
Não necessariamente você precisa se mudar, você pode mudar algo externo, como o caminho, o penteado, a rotina, e aí quando perceber: PLIM! Você vai ter mudado, porque mudanças externas geram mudanças internas.
Ch ch ch change!
PS¹: Demorei, mas postei!
PS²: Em breve, um novo Quem sou eu.
PS³: Quando tinha 14 anos eu fazia parte de uma comunidade que hoje não tem nada a ver comigo: Sou previsível (23182387368213 membros).
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Simples assim
Tenho um hábito que está ficando cada vez mais intenso: Observar as coisas simples da vida.
Hoje fui ao mercado com a Juju (Minha prima de 6 anos), e foi tão divertido. O engraçado é que para ter esse momento de alegria eu não precisei de muito dinheiro, nem de uma alta capacidade intelectual, e etc. Crianças geralmente me trazem essa sensação de "Eu-seria-feliz-pra-sempre-se-morasse-num-parquinho".
Estão ficando cada vez mais frequentes as cenas em que me pego sorrindo por dentro, em casa, no trabalho, na escola, no busão, ou até mesmo sozinha na rua. Outro dia senti meu coração quentinho porque vi uma flor amarela.
Em 1950 iniciou-se um consumismo desenfreado, e o mais curioso é que as pesquisas revelam que desde então a auto-estima das pessoas está cada vez mais baixa, e os níveis de felicidade também. Hoje em dia é muito comum ver pessoas colocando suas expectativas de felicidade em coisas que podem ser compradas, quando na verdade é o simples e incomprável que traz a mesma.
Felicidade está muito mais ligada a abrir os olhos para o que é bom e feliz, do que a esperar que alguém te faça feliz, ou que uma situação o faça. Os olhos são as janelas da alma, mas tudo depende também da forma como você "enxerga o que vê".
Ser feliz é bom, ter olhos abertos para coisas boas também, e pessoas que proporcionam isso por perto: Melhor ainda.
Ufa! Precisava escrever tudo isso, fiquei inspirada vendo a pequena Juju com um óculos roxo tomando um sorvete azul.
"Seria legal se você pintasse a sua unha dessa cor, né?"
Caramba, como ela cresceu.
Coisas simples recentes: Júlia aprendeu a andar de bicicleta, ontem tomei banho de chuva, hoje passei a manhã "de boa" com meus amigos, comi doces ouvindo músicas engraçadas com o pessoal do trabalho, mandei emoldurar um azulejo da cozinha da minha vó, fiquei sentindo o cheiro do shampoo no meu cabelo [...]
PS¹: A cozinha da casa da minha vó está sendo reformada para que as pessoas não fiquem lembrando tanto dela quando entram lá, acabou acontecendo algo engraçado rs, fiquei tentando juntar os azulejos pra que eles virassem um inteiro.
O pedreiro (que é colecionador de azulejos bonitos) vendo isso, se comoveu e resolveu me dar o único azulejo que sobrou inteiro. Mandei emoldurar e semana que vem estará na parede da minha casa.
PS²: Meta do ano: Parar de ser autoritária.
Hoje fui ao mercado com a Juju (Minha prima de 6 anos), e foi tão divertido. O engraçado é que para ter esse momento de alegria eu não precisei de muito dinheiro, nem de uma alta capacidade intelectual, e etc. Crianças geralmente me trazem essa sensação de "Eu-seria-feliz-pra-sempre-se-morasse-num-parquinho".
Estão ficando cada vez mais frequentes as cenas em que me pego sorrindo por dentro, em casa, no trabalho, na escola, no busão, ou até mesmo sozinha na rua. Outro dia senti meu coração quentinho porque vi uma flor amarela.
Em 1950 iniciou-se um consumismo desenfreado, e o mais curioso é que as pesquisas revelam que desde então a auto-estima das pessoas está cada vez mais baixa, e os níveis de felicidade também. Hoje em dia é muito comum ver pessoas colocando suas expectativas de felicidade em coisas que podem ser compradas, quando na verdade é o simples e incomprável que traz a mesma.
Felicidade está muito mais ligada a abrir os olhos para o que é bom e feliz, do que a esperar que alguém te faça feliz, ou que uma situação o faça. Os olhos são as janelas da alma, mas tudo depende também da forma como você "enxerga o que vê".
Ser feliz é bom, ter olhos abertos para coisas boas também, e pessoas que proporcionam isso por perto: Melhor ainda.
Ufa! Precisava escrever tudo isso, fiquei inspirada vendo a pequena Juju com um óculos roxo tomando um sorvete azul.
"Seria legal se você pintasse a sua unha dessa cor, né?"
Caramba, como ela cresceu.
Coisas simples recentes: Júlia aprendeu a andar de bicicleta, ontem tomei banho de chuva, hoje passei a manhã "de boa" com meus amigos, comi doces ouvindo músicas engraçadas com o pessoal do trabalho, mandei emoldurar um azulejo da cozinha da minha vó, fiquei sentindo o cheiro do shampoo no meu cabelo [...]
PS¹: A cozinha da casa da minha vó está sendo reformada para que as pessoas não fiquem lembrando tanto dela quando entram lá, acabou acontecendo algo engraçado rs, fiquei tentando juntar os azulejos pra que eles virassem um inteiro.
O pedreiro (que é colecionador de azulejos bonitos) vendo isso, se comoveu e resolveu me dar o único azulejo que sobrou inteiro. Mandei emoldurar e semana que vem estará na parede da minha casa.
PS²: Meta do ano: Parar de ser autoritária.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Nostalgia, idosos e saudade.

Pensei em escrever um pequeno conto, onde dois velhinhos se amassem desde a primeira vez em que se viram, pensei em contar a história deles, e sobre o dia em que se casaram, ah esse dia! Nesse dia, eles prometeram diante de Deus, dos amigos, parentes e conhecidos, que jamais quebrariam essa aliança, que estariam juntos até o último dia de suas vidas.
Nesse dia ele recitou o Soneto de Fidelidade, com a voz embargada e com os olhos fixos no sorriso dela, enquanto pensava: "Quero fazê-la sorrir todos os dias, ainda que seja difícil. Quero ver esse brilho nos olhos... até quando ela tiver a pele enrugada, e que esse brilho nos olhos seja justamente a única coisa que nunca mudou em sua face. Eu quero estar com ela, quero dividir com ela toda a minha história!", e as lágrimas ficavam presas, afinal ele precisava manter a voz límpida para que ela ouvisse o Soneto.
Eles deixaram a foto desse dia na parede da sala, é em preto e branco.
Mas não vem ao caso o resto da história deles, vai ficar guardada comigo.
A questão é que enquanto desenhava me lembrei do meu vô, o meu avô faleceu esse ano, guardo boas lembranças, e uma saudade que nunca passa. Eu adorava ficar sentada no sofá ouvindo os causos dele, na nossa última longa conversa, ele me contou novamente toda a história dele com a vó.
"- Vô, me conta como você conheceu a vó? - sorri e esperei que ele me contasse, se tem uma coisa que eu gosto é saber como os casais se conheceram.
- Me apresentaram a véia ela ainda era noiva - soltou uma gargalhada - mas não tinha jeito! Aí a Severina desmanchou o noivado, e casou comigo. Tão novinha, o cabelo claro, meio ruivo... Ô minha véia, que saudade que eu tenho dela!
- E aí vô, como foi depois que vocês se casaram?
- Lá no Norte foi difícil, eu trabalhava na roça pra sustentar a casa, e ela também se esforçava, queimava Xique Xique pra dar pros gados, levava minha marmita na hora do almoço, mesmo quando o Sol tava quente! - o olhar se perdeu.
- Sofrimento, né vôzão? Mas ainda bem que deu tudo certo, né? Sabe o que eu lembro? Que quando a vó era viva, vocês encrencavam direto!
- Ela era teimosa demais! - agora já estava com uma voz de quem está bravo - Ô mulher encrenqueira!
Comecei a rir alto, ele olhou pra mim e sorriu."
É vozão, que saudade que eu tenho de ouvir tudo isso! Me dá uma saudade de ouvir você falando sobre o vestidinho preto com florzinhas vermelhas que ela usava... Vocês se amavam de verdade, eu sei.
O quintal ficou vazio depois que você foi embora, e ninguém mais embala as tardes tocando O trem das onze.
PS¹: Às vezes eu sinto uma vontade de dizer essas coisas para ele, mas é tarde.
PS²: Me parte o coração saber que a comunidade mais linda do orkut tem pouquíssimos membros, participem, hein?
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=99924142
PS³: Na verdade os meus avós vieram do Nordeste, é que meu vô falava Norte porque eles vieram do Rio Grande do Norte. Nesse dia ele me contou muita coisa, mas ia ficar longo demais pra escrever aqui.
Beijo do Pato :*
Nesse dia ele recitou o Soneto de Fidelidade, com a voz embargada e com os olhos fixos no sorriso dela, enquanto pensava: "Quero fazê-la sorrir todos os dias, ainda que seja difícil. Quero ver esse brilho nos olhos... até quando ela tiver a pele enrugada, e que esse brilho nos olhos seja justamente a única coisa que nunca mudou em sua face. Eu quero estar com ela, quero dividir com ela toda a minha história!", e as lágrimas ficavam presas, afinal ele precisava manter a voz límpida para que ela ouvisse o Soneto.
Eles deixaram a foto desse dia na parede da sala, é em preto e branco.
Mas não vem ao caso o resto da história deles, vai ficar guardada comigo.
A questão é que enquanto desenhava me lembrei do meu vô, o meu avô faleceu esse ano, guardo boas lembranças, e uma saudade que nunca passa. Eu adorava ficar sentada no sofá ouvindo os causos dele, na nossa última longa conversa, ele me contou novamente toda a história dele com a vó.
"- Vô, me conta como você conheceu a vó? - sorri e esperei que ele me contasse, se tem uma coisa que eu gosto é saber como os casais se conheceram.
- Me apresentaram a véia ela ainda era noiva - soltou uma gargalhada - mas não tinha jeito! Aí a Severina desmanchou o noivado, e casou comigo. Tão novinha, o cabelo claro, meio ruivo... Ô minha véia, que saudade que eu tenho dela!
- E aí vô, como foi depois que vocês se casaram?
- Lá no Norte foi difícil, eu trabalhava na roça pra sustentar a casa, e ela também se esforçava, queimava Xique Xique pra dar pros gados, levava minha marmita na hora do almoço, mesmo quando o Sol tava quente! - o olhar se perdeu.
- Sofrimento, né vôzão? Mas ainda bem que deu tudo certo, né? Sabe o que eu lembro? Que quando a vó era viva, vocês encrencavam direto!
- Ela era teimosa demais! - agora já estava com uma voz de quem está bravo - Ô mulher encrenqueira!
Comecei a rir alto, ele olhou pra mim e sorriu."
É vozão, que saudade que eu tenho de ouvir tudo isso! Me dá uma saudade de ouvir você falando sobre o vestidinho preto com florzinhas vermelhas que ela usava... Vocês se amavam de verdade, eu sei.
O quintal ficou vazio depois que você foi embora, e ninguém mais embala as tardes tocando O trem das onze.
PS¹: Às vezes eu sinto uma vontade de dizer essas coisas para ele, mas é tarde.
PS²: Me parte o coração saber que a comunidade mais linda do orkut tem pouquíssimos membros, participem, hein?
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=99924142
PS³: Na verdade os meus avós vieram do Nordeste, é que meu vô falava Norte porque eles vieram do Rio Grande do Norte. Nesse dia ele me contou muita coisa, mas ia ficar longo demais pra escrever aqui.
Beijo do Pato :*
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Casa comigo?
O filme estrelado por Amy Adams e Matthew Goode, é encantador, engraçado e incrivelmente romântico.Anna (Amy Adams) resolve pedir seu namorado em casamento no dia 29 de fevereiro, como dita a cultura irlandesa, e está disposta a fazer tudo para seguir a tradição. No entanto, para isso é preciso que ela viaje dos EUA para a Irlanda, e digamos que não está com tanta sorte.
Durante a viagem Anna conhece Declan (Matthew Goode) (Aaaaaah! *-*), e seu rumo muda completamente após esse acontecimento. Não que o seu rumo tenha mudado em relação à viagem, mas o seu rumo mudou em relação à vida.
A trilha sonora é uma graça! Dá vontade de comprar um cd com todos os soundtracks do filme rs.
Com um roteiro bem escrito, acompanhado frases de efeito como: "Se sua casa pegasse fogo, e você tivesse apenas 60 segundos, o que pegaria?", "Quer não fazer planos comigo?", entre outras tantas, o filme emociona profundamente àqueles que gostam de filmes que tratam o amor como algo realmente importante.
Sendo um pouco menos técnica em relação a resenha, eu poderia dizer que esse filme me nocauteou ontem a noite, chorava tanto que chegava a soluçar. Poucos filmes me emocionaram tanto ultimamente, por isso super indico!
PS¹: No final do filme perguntei pra minha mãe o que ela pegaria se a casa dela pegasse fogo, e a linda da Dona Miriam me solta essa frase: "Filha, se você estivesse comigo, eu não me importaria com mais nada, você é tudo o que eu tenho, a coisa mais importante pra mim aqui na Terra é você!", e aí, vocês acham que eu chorei mais? ahaha
PS²: Também indico Orgulho e Preconceito, uma 'lindeza' de filme! Meus amigos não aguentam mais me ver imitando o Senhor Darcy falando: "Eu a amo, AR DEN TE MEN TE".
PS³: Quando eu vou parar de ser chorona?
PS4: Decidido! Ano que vem volto a atuar! Não aguento mais viver sem fazer teatro.
PS5: E se a sua casa pegasse fogo, o que você pegaria?
Beijo do Pato :*
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